Mais de 20 oficinas livres já estão inscritas no ciclo

Baleia saltando parcialmente fora da água do oceano azul, exibindo seu corpo manchado de branco e preto contra o céu claro.
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Mais de vinte oficinas livres já estão inscritas no ciclo “O Brasil na Década do Oceano: Vozes para o Futuro”. São organizadas por setores empresariais, ONGs, escolas, instituições de pesquisa e comunidades tradicionais. Por enquanto, estão distribuídas entre dez estados brasileiros. A diversidade desta primeira amostra é um indício de que o processo participativo para atualização Plano Nacional para a Década do Oceano segue no caminho desejado, garantindo escuta ampla.

As inscrições para oficinas livres estão abertas e os encontros – presenciais ou virtuais – , estão previstos para ocorrer até agosto de 2026. O formato é livre. Pode ser debate, roda de conversa, conferência, bate-papo, fórum ou proposta artística. O importante é que diferentes grupos da sociedade estão convidados a realizar suas oficinas locais, focadas nos temas centrais que desafiam o futuro do oceano: conservação e poluição, observação e adaptação climática, segurança alimentar, economia azul, cultura oceânica, governança e financiamento e infraestrutura e transformação digital.

As conclusões e colaborações devem ser enviadas por formulário próprio, que endereça como evoluímos na primeira metade da Década do Oceano. É preciso mapear o que foi feito nesses anos, sempre à luz do tema escolhido. E então lançar um olhar sobre o oceano que queremos, sobre o futuro.

As contribuições enviadas pelas oficinas livres serão sintetizadas e integradas aos debates de sete oficinas temáticas – debates com especialistas e representantes da sociedade para alinhar os desafios da Década e prioridades nacionais. Esses encontros vão ocorrer de outubro a dezembro deste ano. Em 2027, haverá a consolidação e apresentação de relatório que vai subsidiar a atualização do Plano Nacional da Década do Oceano.

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